23 Março 2009

Podre

Tô podre. Acho que é gripe. Mas é mais pra avisar que esta semana pretendo escrever mais histórias cabeludas de furadas absurdas.

22 Março 2009

Não é bem uma crônica

Mas é.
Só relatando um corrido ontem, com detalhes que o twitter não permite.
Ontem fui à uma festinha no gate`s. Lá chegando, já meio alcoolizado, tinha uma mulher com uma bunda grande que chamava a atenção de todos. Mas o que importa é que ao invés deu cantá-la, resolvi ser cretino. Ela estava vestida com um "macacão de lycra", desses que a mulherada deliciosa usa pra ir pra academia.
Cheguei e perguntei: Você vai malhar?
Ela: NÃO.
Nitidamente sacando a minha pegada sacana.
Eu: Pois parece.
Ela: ...
Fechou a cara e desde então pra onde eu ia, ela ia atrás.
Fica a dica.

16 Março 2009

To fazendo nada mesmo

Depois de ler todos os feeds, e-mails, mensagens do facebook, tweeter, atualizações do Mac, orkut e o diabo que o valha, me forço a não pensar em mais nada de legal pra fazer. Ai sim penso em escrever aqui, porque é uma preguiça descomunal. Dane-se. Vou escrever.

Sinto que pararam de ler essa josta. Não que antes eu tivesse milhões de leitores, mas ninguém mais fala nada.

Hoje li que abriu a primeira pizzaria na Coréia do Norte. Que merda deve ser viver num país desses. Ai fiquei imaginando como seria misturar elementos para uma crônica e saiu isso agora, sem pensar muito:

O que mais se sabe de Brasília nesta fase da vida dos 20`s é que uma coisa não pode faltar: roubada. Explico: roubada de noitadas. De longe o que mais tenho a contar/pensar/escrever sobre. São tantas, que tenho de me esforçar pra escolher as melhores.

Em uma determinada vez, nosso protagonista, doravante PROTA (curso de Direito foi caro pra eu não escrever doravante nenhuma vez), foi a uma festinha no antro das festinhas: Lago Norte. Qualquer ser da noite de Brasília já frequentou festinhas neste bairro. Enfim, o que pega é que são festinhas para o público de Brasília, ou seja, se você vai de penetra, se fode, porque não conhece ninguém. Mas e dai? Qual a chance de dar algo errado? Alta, mas o PROTA não se importa. Enfrenta de peito aberto a grande possibilidade de rodar. Bola pra frente, brou.

Lá estava o Prota, se sentindo fora de seu ambiente, somente o amigo que tinha dito: "Porra, moleque. Vai ter uma festinha maluca no Lago Norte. Aposto que vai ter muita mulher. Só chegar e PÁ". E pá na sua cara, moleque. Idéia errada. Mais errado o Prota ter ido. Que cretino. Que imaturo. Nem eu escrevendo aqui acredito que ele foi. ELE FOI.

Então. E agora? E agora o Prota tava lá deslocado, vários bombados olhando atravessado, mas partiu pra pegar uma cerveja (Prota não levou nada, então mais uma vez...derrota). Meteu a mão no isopor, pegou uma, limpou a parte onde bota a boca (já viram os e-mails sobre o cara que morreu com um câncer na cabeça, porque tinha coocô de rato nas latinhas? Sinistro) e começou a beber. A música era algo tipo Moony ou merda que o valha, correspondente da época (se não sabe quem é moony, é uma italiana gorda, com pinta de TRAVA, que vai cantar por esses dias aqui. Aqueles dances que tocam em boate gay na Europa). Um típico ambiente arrombé-default do Brasília mesmo. Prota cola em todos, mesmo detestando.

Prota foi dar uma volta na festinha, pra ver se achava mais algum amigo ou conhecido. Coisa ruim a gente divide, né? Prota nesse pensamento não titubeou e tava lá, mas nada, ninguém. O amigo? Bom, o amigo conhecia uns sujeitos com pinta de maconhÊros e sumiu. Deve ter ido queimar um. Prota sozinho não tinha muito o que fazer, pois estava de CARONA. Ou seja, preso e condenado a aguentar aquilo lá sem nem poder soltar suas piadas ou chamar alguém de piroca pequena, como na Vernisage.

Nada mais a fazer, senão interagir com algum sern humano da festa. Eram poucos, porque a maioria eram animais: cavalo, boi, piranha, vaca, cachorro, porco. Tava foda. Até que o olho clínico captou uma mulher bem bonitinha. Descrição: 20 e poucos, cabelo castanho lisinho, pele branquinha, sorriso gostoso, peitinhos medianos, cinturinha, 1,62 m, uns 50 kg. Do jeito que o Prota gostava de trocar saliva. E melhor: desacompanhada. Deus mandou um Hi 5 pro herói. Não deixou a chance escapar e foi lá falar.

Papo vai, papo vem, trocam telefones, trocam uns beijinhos e começa a engrenar numa coisa tipo namorico de praça. Bonitinho, né? Bem bicha. Mas enfim, o amigo (da onça) reaparece cheirando a mato queimado e com uma NÓIA maluca de querer ir embora. Prota, não tendo outra chance, vai.

Dias depois resolve ligar pra HENRIQUETA. Belo nome, para uma bela mulher. QUETA (apelido bonito, né?) avisa que vai ter uma festinha Hip Hop na Green`s. Prota não pensou outra coisa a não ser: DOGGY STYLE. Eu também pensaria. Oras, dançar uma música sacana com uma gracinha daquelas? Mas é claro. Pensamento viril, eu diria. Mas antes ela avisa: "Vamos fazer o esquenta na casa de um amigo. Vamos ver um filme por lá, lá pelas 9 da noite, depois a gente vai. Ah, leva um amigo seu!"

O que mais faltava? Porque vejamos: se uma mulher que você já está pegando tec aham pruma festa E manda chamar um amigo seu, é porque vai ter MAIS mulher ainda. Não há erro. Não. Há sim, senão vejamos como isso virou uma roubada.

Prota avisa ao seu amigo de marombagem. Segue o diálogo:
Prota: MOLEQUE! Peguei uma mina numa festinha, daquelas do Fabinho lá do Ceub. Puta festa do caralho. Então, animal, hoje tem aquele esquema de hip hop, né? A mina vai fazer o esquenta na casa dum prego lá amigo dela. Ela mandou eu chamar um broder meu pra ir comigo lá. Vai ter uma xoxotona te esperando lá.
Joanilson: Puta que pariu! Gastei toda minha grana ontem bebendo com minha ex. Nem comi, porra.
Prota: Tu ainda tá nessa, seu burro? Por isso tu ainda vai se foder. Cola comigo que é esquema.
Joanilson: Me empresta 30 reais ai, então. Te pago quando meu salário sair.
Prota: Se fodido. Quebrado do caralho. Beleuza, brou. Te empresto, mas vai ter de me dar o cu depois.
Joanilson: Sabia que tu era bicha. Beleza, que horas a gente vai?
Prota: Umas 9 pra tá lá. 8:30 passo ai. Usa a calcinha da tua irmã, igual daquela vez. HAHAHA.
Joanilson: Prego pra caralho, hein?

Isso ai é diálogo de amigos de verdade. Seguiram para o "esquenta". Era no Lago Sul, numa dessas casas de fim de rua, terreno grandão, típica casa de festinhas privês. Lugar bonito, dava pra rodar um filme pornô legal ali.

Apertou a campainha, a Queta foi recebê-los. Ela estava LINDA. Vale falar LINDA MESMO. Prota cutucou o Joanilson pra ele passar inveja e morrer na bronha, porque tava um negócio colossal. Entraram na sala de tv do dono da casa. Muitos cretinos reunidos e ninguém foi educado e/ou trocou idéia com os novos visitantes. De praxe. Também seria boçal se entrassem dois desconhecidos na minha casa pra comer alguma amiga minha.

Começam a ver um filme que ELES tinham feito. Isso mesmo, era um filme das festinha das últimas semanas, recheado de piadas internas, que mesmo se fosse explicado, não teria a mínima graça. Bem aquela coisa de "FALA, RUBENS, CAGOU FORTE?", enquanto geral rachava o bicho. Claro que o Prota, autêntico como é, fez uma puta cara de cu. Quem riria daquilo? Só moleque safado. Uma hora e meia nisso, tudo feito com câmera de celular e editado no windows movie maker. TERRÍVEL.

Até que o filme acaba, Joanilson já quase dormingo, ligam a luz da sala, geral saindo da casa e a Queta vai até o Prota e fala: "olha, minha prima (uma gordinha feia) tá com o namorado e uns amigos. Vou com ela, tá? Preciso passar na casa dela pra pegar umas coisinhas, porque vou dormir lá.". O que ele ia fazer? Bater nela e arrastá-la até o carro dele? Falou: tudo bem.

Joanilson já começou a rir e falar: hahaha, vai tomar chifre de ficante. Que merda!!

Na hora que entram no carro, geral que estava AINDA entrando, rapidamente entram na casa e fecham o portão. Prota, sem entender, vai até a campainha, apita e ninguém atende. Liga no celular da Queta e não atende, mesmo que lá de fora ele ouvisse o celular tocando lá dentro. Bad Vibe? Demais.

Prota dá uma bica no portão e grita: "Então, sua filha da puta, vai tomar no seu cu, valeu? Tu deve ter aids!". Enquanto isso, Joanilson explodia no carro de rir. Mas eis que depois dos xingamentos do prota, sairam 5 caras, que estavam lá dentro, com o claro intuito de dar uma porrada magistral. Prota saiu correndo pro carro e pegou o rumo. Incoformado, ainda mandou um sms pra Queta: "Vagabunda! Vou cagar na tua boca ainda!". Pura classe para um coração rebelde.

E assim foram comer no Sky`s e morrer mais rápido.




14 Março 2009

Parabéns atrasado


E foi assim que o Vitão recebeu meus parabéns pelos 26 anos dele.

Noitada cult

Aviso que não necessariamente isso que vou escrever foi verdade. Não importa. A graça está justamente nisso.

Uma noitada daquelas, que você antes de tudo, quando está em casa se arrumando, já faz a barba daquele jeito mais especial. Se arruma esperando beijar muito na boca, só não sabe de quem. Mas vai. E vai com louvor.
Tudo começa quando você numa quarta feira pensa : "O que fazer no final de semana? beber, festinha, morgar em casa, ligar pra algum rolo e dar aquela transada? O QUE?". As opções vão acabando e você acaba sabendo que algum curso da UnB está promovendo uma festinha bem filho da puta no Centro Comunitário, provavelmente com o Rappa ou Móveis Coloniais (vale ressaltar que não tenho nada contra nenhuma banda).
Enfim, você vai e descobre que a única opção pro começo do final de semana é uma festinha no Centro Comunitário mesmo. E volta a imagem do sujeito se preparando pra ver se não sai no prejuízo da noite, sem conhecer alguém ou repetir figurinha.
Lá chegando, 21:30, já compra uma cerveja, encontra alguns amigos, papo vai, papo vem. Como sempre muita gente feia, mas muita. Brasília, POMBAS (valeu, Osamura). O que esperar da cidade com uma festa no Centro Comunitário? Beleza que não é.
Papo vai, papo vem, quinta cerveja, esquema fraco. Já cogita "que merda. Podia tá em casa me masturbando que ganhava mais e gastava menos. Lixo". Mas continua, até que bate o olho em duas coisas raras: menina bonitinha e desacompanhada. Na atual conjuntura, uma dádiva. Não titubeia e já se aproxima pro "approach".
Falido com leve traço de alcoolizado: Tudo bom? Posso te conhecer?
Menina: tudo bom! Pode (risos).
Falido: sozinha aqui? Nem acreditei.
Menina: nem eu (e queria continuar assim).
Falido: mas então, deixa eu te perguntar uma coisa...
Menina: deixa eu perguntar antes. Faz quanto tempo que você não chega numa mulher?
Falido x 2: Alguns anos. Tava comprometido, sabe?
Menina: hmmm. Sei sim. Mas tudo bem, pelo menos você não tem cara de doido! (risos)
Falido meio envergonhado: É. hehe (sem graça). Mas deixa eu fazer a minha pergunta. Você tá sozinha sozinha?
Menina: Hein? To, ué. Não to aqui?
Falido: Só pra ter certeza.
Menina: Certeza do que?
E então nosso semi-herói manda um beijo. Não vou descrever o beijo, isso não é revista Cláudia. Mas então ficam de namorico pela noite, eis que o burraldo se lembra de perguntar o nome. "Qual seu nome? Nem te perguntei!". "Zoroastra". Ele "Como é?". Ela "Olha, é meu nome e pronto, ok?". Ele "Ok, ok, sem briga".
Cada um vai pra sua casa ao final da noite, com celulares trocados. Dia seguinte, ele manda um sms: "Oi quer fazer alguma coisa hoje?". Ela responde "Sim. Vernisage às 20 no ccbb. Me pega?".
Neste momento, os instintos primitos falam alto e ele se arruma, pasa perfume. Sujeito boçal, acha que se a mulher chama-o prum rolê assim, meterá a pica. Ledo engano. Acompanhem.
Após passar seu glorioso perfume francês, arrumbar o cabelo, ficar arrumado e pronto pruma noitada sacana, ele a busca. Trocam beijinhos românticos no carro e dirigem-se até o CCBB. Tudo bonito e ele puxa papo "Quer jantar depois de lá?", ela já estranha responde "Conversamos depois". Princípio do toco da morte.
Chegam, estacionam, deslocam-se até o lugar. Lá chegando, ele vislumbra o nome da exposição. Era "Nudez Apocalíptica em Dias de Verão". Só havia um pensamento: WHAT THE FUCK. Mas tava lá, já tava pegando mesmo e havia possibilidade de transar.
No recinto haviam fotos de um sujeito que parecia o Woody Allen com aids, mas fotos da nudez desse caquético. Era algo bizarro, coisa do e-fuckt. Horrível. Tudo bem, valia passear rapidinho naquela joça e depois seguir pro jantar.
Zoroastra puxa o protagonista até o Woody Allen caquético. Apresenta os dois.
ZORA (apelido carinhoso para um nome escroto): Gerson (artista), este é meu amigo. Estamos com uma ligação.
Gerson: Meus mais renomados respeitos.
Prota (apelido pro burro) pensa: Deus, que gente bizarra. Todos arrombados pelo demônio. Enfim. E fala: Tudo bom, meu?
Gerson com cara de Chiquinho Scarpa vendo pobre: Hmmm...você entende de arte?
Prota: Olha, eu manjo de rock. Serve?
Gerson em uma fina risada HOMO: hohohoho.
Prota para Zora: Vamos?
Zora para prota: Olha, ele (gerson) é meu ex e gostaria que você soubesse.
Prota falido: Hm, mas vamos então?
Zora: to confusa, viu?
Prota sacando a proximidade do fim: confusa com o quê?
Zora: você pode me encontrar depois, outro dia?
Prota: Olha, vou nessa, mas antes, vai tomar no seu cu, gerson. Teu caralho é de criança.

Fim.


04 Fevereiro 2009

Vou voltar a escrever crônicas. Avisem a todos.

Isso mesmo. Reli as histórias e estou sendo cretino e imaturo por não dar continuidade. Escreverei com mais vigor.

11 Dezembro 2007

Foi o mendigo!

Eu acho o seguinte: quando morei na 703 sul (1987 - 1992) eu vivi coisas infernais. É fato e a história que vou contar hoje vai provar mais ainda.

Mas isso não era só comigo. O Brasil inteiro tava mergulhado numa desgraça infinita. Lazaroni sacrificou de modo ímpar o CRACAÇO CARECA. Uma pena e lembro do jogo da Copa do Mundo contra a Escócia, como se fosse hoje. O jogo foi uma tremenda porcaria e o Brasil padecia de ver um lixo astronômico desde sei lá quando. Pobre Careca.

O jogo tava tão ruim que decidi largar aquilo. Boicotei a seleção sem problema algum. Fui pra rua brincar e foi uma coisa autista. Brinquei sozinho na construção que tinha ao lado de casa. A construção era de uma cigana (outra, além da mijona) que ficaria famosa como DONA DAIANE, figura batida nas larápias candangas.

Lá eu brincando e o Brasil passando aperto contra a escócia. Ninguém na rua. Era eu, meus gi joe`s e carrinhos e mais ninguém. Ninguém uma ova. Ai que morava o perigo: a inocência infantil.

Estava eu lá brincando ludicamente, quando voltando pra casa, fui parado por uma gangue (pior que os WARRIORS) de pivetinhos. E seguiu o diálogo:

Pivete: Ô, moleque!
Eu sozinho apressando o passo: Ahn?
Pivete dois: tem dinheiro ai pra gente tumá(sic) refri?
Eu: tenho nada...só esses brinquedos aqui. Quer?
Ofereci pra ver se me deixavam em paz e eu conseguia voltar pra casa sem tomar umas porradas
Pivete: Bora dar umas pedradas nele?
Resto da bandidagem: BORA!
Pivete: moleque! me passa tua roupa!
Eu: me deixa em paz, porra!
Pivete: tira, vai.

E foi ai que fique nu na w3 e tomei pedradas. Minha sorte foi daquela molecada não curtir empurrar janta de homens. Tomar pedradas na copa do mundo, com uma seleção liderada por LAZARONI, era pedir pro capeta me levar.

Uns dias passaram, já tinha relatado o ocorrido pras autoridades (pai e mãe) e tava tudo calmo por hora.

Mas sempre via aquela pivetada rondando pela minha quadra. Eles moravam na escadaria da igreja Dom Bosco, que era reduto de mendigos, putas velhas e pivetes cheiradores de cola.

Nessa época meu pai tava com o escritório dele no andar de baixo da casa. Pra quem não sabe, as casas da W3 são germinadas e tem um subsolo. A gente morava do lado da igreja Dom Bosco, então as tentativas de roubo e furto eram constantes.

Foi numa dessas que o caminho do meu pai cruzou com aqueles marginais. Num domingo fomos almoçar fora, como era de costume. Na volta meu pai desceu pro escritório e ligou seu poderoso computador COBRA II. Meu coroa sempre foi tarado por tecnologia, mesmo não sabendo usar direito.

Chegando no escritório, viu que tinham quebrado o vidro, roubado o computador e DEFECADO NO MEIO DA SALA DO ESCRITÓRIO.

Meu pai, que tinha uma 38 em casa na época, já sabia quem tinha sido: a mendigada. Era óbvio pelo cheiro de cachaça nas fezes. Não deu outra e o coroa emputecido foi atrás dos vagabundos, igual o Stallone Cobra faria parar curar as doenças desse mundo.

Antes de dar uma serventia pra essa bandidagem, ligou prum amigo da Polícia Civil e foram lá juntos recuperar o poderoso Cobra II. Vale frisar que se um computador é barato hoje em dia, em 1990 era algo do preço dum carro.

Fico me perguntando se ele ia atrás por causa do computador ou pra querer cagar na cara daquele mendigo. Pois bem, encontraram facilmente o mendigo ABRAÇADO com o que ele chamava de "televisão chique". O melhor disso que ele tinha me levado pra operação "Resgate do Computador". na verdade isso nem foi o melhor. O melhor foi ver que aquele mendigo desgraçado era o pai do PIVETE. Sim, o pivete que me deixou peladão durante a Copa.

Fim da história foi o mendigo limpando a merda (literalmente) e capinando o mato da quadra por uns tempos, além do filho dele ter levado uns corretivos do amigo do meu coroa.

Meu pai hoje em dia é velho, mas eu sou filho dele e o acho foda.

VALEU, ZACARIAS. BRASIL TE AMA.